Sincero Cícero de nome aspero nas viceras
Das viceras das viceras dos nomes sem
Dos sem poder, dos sem real, dos sem o tal
Dos sem viceras, tais Ciceros lá de Belém
Corre na veia o sangue desalmado e sem valor
Dos valores morais da moralidade imoral
Da questão de qual raça é melhor
O homem ou o porco? É essa a questão racial
Dos tetos dos sem tetos que de teto só os netos
Só os netos podem mesmo capinar
Pois o velhos, que de velhos só a vontade
Esses mesmos que só podem humanizar
E os Cíceros sem as viceras tão sinceras?
Que não comem, nem no escuro nem às velas
Nem o sangue, nem a saliva os saciam
Ficam esquecidos no vazio.
A poesia escreve o poeta. O poeta se deixa ser escrito. No final, não há distinção entre a obra e o ser. Há o Uno.
domingo, 7 de novembro de 2010
Desnomeado
Vide a vida de que não vive e passa a vida se revezando
E reza a reza de quem não reza, estão rezando
Cite os contos de quem não conta e deixa atrás suas maravilhas
E torna-se tão solitário que quando lobo, abandona sua matilha
E preze os vivos de tortas visões sobre seu destino
Que acaba sempre da mesma forma, sem distinção
Que o pesar da vida alheia é tão amigo quanto um leão
E a ordináriedade da vida, se torna frágil, um vidro
E há que preze os prezados sem saudades
Mero infortuno da vida, devaneios sem piedades
E os robustos reais sem realeza, onde estão?
Comendo suas surreais propostas sem sentido
Vendendo nos mercados e nas vidas seus artigos
Sobre o que fora, o que são e o que serão
E saúde os saudosos que não deixam lembranças
Que de velhos não passaram e nem foram crianças
Cante os cantos de quem só canta suas mazelas
Deixando que os próprios loucos sem razão cante elas
Eles querem é mesmo se distanciar
O que a vida não juntou nem juntará
Os belos de tão feios que belos são
E a arte, de viver e existir se juntarão
Sopre o vento que de vento não nos supre
E o rio que ao dono já pertence
E os cantos e contos dos vivos cegos
São meros sonhos de quem não vence.
E reza a reza de quem não reza, estão rezando
Cite os contos de quem não conta e deixa atrás suas maravilhas
E torna-se tão solitário que quando lobo, abandona sua matilha
E preze os vivos de tortas visões sobre seu destino
Que acaba sempre da mesma forma, sem distinção
Que o pesar da vida alheia é tão amigo quanto um leão
E a ordináriedade da vida, se torna frágil, um vidro
E há que preze os prezados sem saudades
Mero infortuno da vida, devaneios sem piedades
E os robustos reais sem realeza, onde estão?
Comendo suas surreais propostas sem sentido
Vendendo nos mercados e nas vidas seus artigos
Sobre o que fora, o que são e o que serão
E saúde os saudosos que não deixam lembranças
Que de velhos não passaram e nem foram crianças
Cante os cantos de quem só canta suas mazelas
Deixando que os próprios loucos sem razão cante elas
Eles querem é mesmo se distanciar
O que a vida não juntou nem juntará
Os belos de tão feios que belos são
E a arte, de viver e existir se juntarão
Sopre o vento que de vento não nos supre
E o rio que ao dono já pertence
E os cantos e contos dos vivos cegos
São meros sonhos de quem não vence.
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
"Uma única frase quase mudou minha vida. Uma única fase mudou minha vida. Uma única vida para mudar minha vida. Um outra vida para completá-la. Um amor para amar a mim somente. Um amar para ter amor novamente. Uma única olhada para lembrar enternamente. Que o amor bem amado é amor somente. Um passo para o próximo passo e mais dois passos. Um compasso e um circulo de proteção. Com três passos transbordo a borda de compressão. Deixando o amor aberto para os que virão."
M. A. Lacerda
É com esse poema que inicio o post.
Você nunca ouviu falar em miséria. Nem sabe como funciona o ódio. Você só ama o amor que é impróprio, que não existe e é bem decaido. Você não conhece a vida. Eu afirmo isso com toda certeza que me permite afirmar. Você não conhece as mazelas e as descrenças desse mundo. Não sabe das coisas, vê o SEU mundo. E cai na sua panela de coisas ideais, fazendo de conta que vive nos contos de natal. Essa é sua vida, essa sua vida banal. Você não conhece o bom nem o ruim, só acha que a vida pode desviar você do caminho. Sem saber que o caminho é feito por seus pés.
[ Não terminei tal post, não terminarei. Não sei, ainda estou vivo]
M. A. Lacerda
É com esse poema que inicio o post.
Você nunca ouviu falar em miséria. Nem sabe como funciona o ódio. Você só ama o amor que é impróprio, que não existe e é bem decaido. Você não conhece a vida. Eu afirmo isso com toda certeza que me permite afirmar. Você não conhece as mazelas e as descrenças desse mundo. Não sabe das coisas, vê o SEU mundo. E cai na sua panela de coisas ideais, fazendo de conta que vive nos contos de natal. Essa é sua vida, essa sua vida banal. Você não conhece o bom nem o ruim, só acha que a vida pode desviar você do caminho. Sem saber que o caminho é feito por seus pés.
[ Não terminei tal post, não terminarei. Não sei, ainda estou vivo]
terça-feira, 19 de outubro de 2010
A ida ao belo prédio.
Dizem que tudo um dia há de cair, desabar e ir ao chão. E que a dor, nesse caso, seria inerente a quem está debaixo dos escombros. Lá, no chão, tremendo seus ultimos suspiros, repousa o ser vivente, aguardando que o seu pulsar desacelere vagarosamente enquanto ele tenta rever sua vida. A única esperança dele agora, não é que ser salvo, é poder ter a certeza que viveu plenamente como queria. Há quem diga mais, que quando estamos a ponto da morte, a mentira não engana mais a nós mesmos, e que o único tranquilizante é saber que vivemos bem.
Com dezenas de moscas banhando em seu sangue, ele agoniza na dor, mas não só nela. Ele pensa que a farsa o levou ali, à aquele estado de vergonha e humilhação, deitado, sendo visto e comentando por todos. O mundo finalmente o assistia, mas só assistia e nada mais. Com a cólera de saber naquele momento, e só naquele momento, todas suas limitações, ele está hipnotizado com o momento. Afoito em descobrir todos os mistérios que ainda restavam naquele pingo, quase nada de vida, ele pôs-se a meditar...
" Minha liberdade se foi, junto com isso que tenho como vida. Minha honra, devo rir. Pois eu nunca fui tão honrado como agora. A morte, que não escapa a nenhum dos que foram fadados com a vida, me presenteia com sua tão mal esperada presença. Oh, eu deveria penar com minha situação? Se eu agora, for me preocupar com pena, não terei gozo desses prazeres que, excluindo a dor e a vergonha, me fazem querer viver novamente só para experimentar tal situação."
Meditações estas bem estranhas a quem, como ele, nunca deu valor a nada. Ele nunca teve algo, mas isso não impede que ele se apegue a valores tão normalizados ao mundo que ele vive. A cada segundo que passa, a dor, aumenta. O sangue passa a sair, e a torneira de sua vida, cada vez mais aberta, continua a expelir esse sangue de seu corpo. Sua carne, de tão fria, não sente mais a dor que ele deveria estar sentindo nessa hora. Um presente dado a ele em seus ultimos momentos, essa ausência de dor, o tranquilizava...
"Enquanto eu estava mais vivo, não passou um dia em que eu dormisse sem ter a dor em mim. Hoje, depois de estar caído no mais quente asfalfo, afirmo com todo o resto de vida que há em mim, que nunca me senti tão bem. O tempo? Esse não mais existe a mim, estou aqui consciente a tanto tempo - ou a pouco, não importa- que minhas lembranças estão se apagando, e nem mais da dor eu lembro. Esqueci o que é a dor, esqueci de tudo. Estou ansioso para logo deixar esse ponto que me encontro, e partir, rapidamente, para o mundo, que hoje sei, melhor que este."
O amargor de saber que está tão perto do fim desejado, faz com que ele entre em um estado de transe. Aonde para reconforta-se, cria um universo paralelo e imáginario, que mantém todos seus mais profundos desejos de paz. Tudo que é prejudicial para ele, torna-se esquecido. Sua mente, sua alma, seu coração, sua essência ou seja lá o que for, dão a ele, com tamanha compaixão, o último suspiro de felicidade. O mundo, as coisas materiais e tudo o mais que nunca foram essenciais ao homem, hoje, para ele, tornam-se novamente essenciais. Arrisco dizer que ele torna-se um homem puro, com a única ambição de seguir em frente.
"Acho que... espere ! Aquela luz... impressão minha? Devo estar perto, tão perto de largar esse peso que outrora senti. Mas bem, agora veio como uma pequena brisa, a saudade do que nunca fiz. Mas que egoismo meu, estou tão perto de ir para lá. Não devo ceder a meus caprichos humanos... mas hora, sou humano! E graças a essa minha humanidade, fui agraciado a entrar em tal estado que invejaria até os anjos. Estou sangrando, mas quem liga? A única coisa que me deixaria aflito por estar banhando em sangue assim, seria sentir a dor que tanto senti em minha vida."
"Agora veio uma dúvida, que surgiu enquanto vejo - só quando quero- pessoas aflitas e outras trabalhando e suando para salvar minha vida. Elas, estão vivendo e gastando o tempo de suas vidas comigo, que já aceitei não continuar mais aqui, nesse mundo aonde a dor é presente. Até ouso dizer que estão fazendo algo por mim que nunca fora feito antes. Estão me amando..."
Pensar, melhor, saber que nunca fora amado destrui esse império que ele havia construido. Foi somente necessário uma única palavra para que sua paz, sua calma que cobria seus sentidos, rapidamente desaparecesse e fossem todos tomados pela pena. Pena esta que ele passou a sentir de si mesmo, e desejar como nunca havia desejado algo, que tivesse a oportunidade de ser amado.
" Estou enganando a mim mesmo com esses sentimentos mesquinhos e sem dignidade. Estou indo para tudo que sempre desejei, o mundo que desconheço e que me desconhece e por isso não haverá conflitos. Enquanto mais vivo, nunca fui amado, e hoje no dia de minha morte...[ pausa] tais pessoas ousam querer me impregnar com esse sentimento tão futil. Saiam! Saiam daqui seus infelizes!!! Não venham querer estragar o único dia feliz de minha vida. Eu estou indo para onde quero. Não quero que suas ferramenetas mal lapidadas venham me tirar de meu sossego! Saiam, saiam, saiam..."
Confuso, começou a em seu interior a ira que levou a ele insultar as pessoas que desejavam lhe salvar a vida. No fundo ele queria mesmo continuar vivo, e aproveitar algo que nunca foi lhe dado a opção. Mas ele, não queria atribuir a si mesmo a culpa de naquele momento não lhe ser agradavel a morte. Então, como último desespero, tornou-se a gritar, mas um grito que ecoava do mais fundo de sua vontande. ele gritava por vida, na esperança que alguém ouvisse seus barulhos vitais.
Então, de repente, um dos paramédicos que estavam auxiliando ele, ouviu sinal de vida. Uma emoção a todos que estavam ali presentes. Palmas e graças eram dadas a esse homem, que há algumas horas atrás havia sido jogado por sua amante do quinto andar do prédio Ivo de Menezes.... O homem, que nunca havia gozado da vida, teve uma nova oportunidade.
A ambulância, que estava carregando o homem, quando foi fazer uma curva, capotou e bateu em um caminhão. Excluindo o motorista, não houve vivos.
E a chance recebida, foi lhe útil por seus instantes.
M. A. Lacerda ou Caetano de Freitas.
Com dezenas de moscas banhando em seu sangue, ele agoniza na dor, mas não só nela. Ele pensa que a farsa o levou ali, à aquele estado de vergonha e humilhação, deitado, sendo visto e comentando por todos. O mundo finalmente o assistia, mas só assistia e nada mais. Com a cólera de saber naquele momento, e só naquele momento, todas suas limitações, ele está hipnotizado com o momento. Afoito em descobrir todos os mistérios que ainda restavam naquele pingo, quase nada de vida, ele pôs-se a meditar...
" Minha liberdade se foi, junto com isso que tenho como vida. Minha honra, devo rir. Pois eu nunca fui tão honrado como agora. A morte, que não escapa a nenhum dos que foram fadados com a vida, me presenteia com sua tão mal esperada presença. Oh, eu deveria penar com minha situação? Se eu agora, for me preocupar com pena, não terei gozo desses prazeres que, excluindo a dor e a vergonha, me fazem querer viver novamente só para experimentar tal situação."
Meditações estas bem estranhas a quem, como ele, nunca deu valor a nada. Ele nunca teve algo, mas isso não impede que ele se apegue a valores tão normalizados ao mundo que ele vive. A cada segundo que passa, a dor, aumenta. O sangue passa a sair, e a torneira de sua vida, cada vez mais aberta, continua a expelir esse sangue de seu corpo. Sua carne, de tão fria, não sente mais a dor que ele deveria estar sentindo nessa hora. Um presente dado a ele em seus ultimos momentos, essa ausência de dor, o tranquilizava...
"Enquanto eu estava mais vivo, não passou um dia em que eu dormisse sem ter a dor em mim. Hoje, depois de estar caído no mais quente asfalfo, afirmo com todo o resto de vida que há em mim, que nunca me senti tão bem. O tempo? Esse não mais existe a mim, estou aqui consciente a tanto tempo - ou a pouco, não importa- que minhas lembranças estão se apagando, e nem mais da dor eu lembro. Esqueci o que é a dor, esqueci de tudo. Estou ansioso para logo deixar esse ponto que me encontro, e partir, rapidamente, para o mundo, que hoje sei, melhor que este."
O amargor de saber que está tão perto do fim desejado, faz com que ele entre em um estado de transe. Aonde para reconforta-se, cria um universo paralelo e imáginario, que mantém todos seus mais profundos desejos de paz. Tudo que é prejudicial para ele, torna-se esquecido. Sua mente, sua alma, seu coração, sua essência ou seja lá o que for, dão a ele, com tamanha compaixão, o último suspiro de felicidade. O mundo, as coisas materiais e tudo o mais que nunca foram essenciais ao homem, hoje, para ele, tornam-se novamente essenciais. Arrisco dizer que ele torna-se um homem puro, com a única ambição de seguir em frente.
"Acho que... espere ! Aquela luz... impressão minha? Devo estar perto, tão perto de largar esse peso que outrora senti. Mas bem, agora veio como uma pequena brisa, a saudade do que nunca fiz. Mas que egoismo meu, estou tão perto de ir para lá. Não devo ceder a meus caprichos humanos... mas hora, sou humano! E graças a essa minha humanidade, fui agraciado a entrar em tal estado que invejaria até os anjos. Estou sangrando, mas quem liga? A única coisa que me deixaria aflito por estar banhando em sangue assim, seria sentir a dor que tanto senti em minha vida."
"Agora veio uma dúvida, que surgiu enquanto vejo - só quando quero- pessoas aflitas e outras trabalhando e suando para salvar minha vida. Elas, estão vivendo e gastando o tempo de suas vidas comigo, que já aceitei não continuar mais aqui, nesse mundo aonde a dor é presente. Até ouso dizer que estão fazendo algo por mim que nunca fora feito antes. Estão me amando..."
Pensar, melhor, saber que nunca fora amado destrui esse império que ele havia construido. Foi somente necessário uma única palavra para que sua paz, sua calma que cobria seus sentidos, rapidamente desaparecesse e fossem todos tomados pela pena. Pena esta que ele passou a sentir de si mesmo, e desejar como nunca havia desejado algo, que tivesse a oportunidade de ser amado.
" Estou enganando a mim mesmo com esses sentimentos mesquinhos e sem dignidade. Estou indo para tudo que sempre desejei, o mundo que desconheço e que me desconhece e por isso não haverá conflitos. Enquanto mais vivo, nunca fui amado, e hoje no dia de minha morte...[ pausa] tais pessoas ousam querer me impregnar com esse sentimento tão futil. Saiam! Saiam daqui seus infelizes!!! Não venham querer estragar o único dia feliz de minha vida. Eu estou indo para onde quero. Não quero que suas ferramenetas mal lapidadas venham me tirar de meu sossego! Saiam, saiam, saiam..."
Confuso, começou a em seu interior a ira que levou a ele insultar as pessoas que desejavam lhe salvar a vida. No fundo ele queria mesmo continuar vivo, e aproveitar algo que nunca foi lhe dado a opção. Mas ele, não queria atribuir a si mesmo a culpa de naquele momento não lhe ser agradavel a morte. Então, como último desespero, tornou-se a gritar, mas um grito que ecoava do mais fundo de sua vontande. ele gritava por vida, na esperança que alguém ouvisse seus barulhos vitais.
Então, de repente, um dos paramédicos que estavam auxiliando ele, ouviu sinal de vida. Uma emoção a todos que estavam ali presentes. Palmas e graças eram dadas a esse homem, que há algumas horas atrás havia sido jogado por sua amante do quinto andar do prédio Ivo de Menezes.... O homem, que nunca havia gozado da vida, teve uma nova oportunidade.
A ambulância, que estava carregando o homem, quando foi fazer uma curva, capotou e bateu em um caminhão. Excluindo o motorista, não houve vivos.
E a chance recebida, foi lhe útil por seus instantes.
M. A. Lacerda ou Caetano de Freitas.
domingo, 10 de outubro de 2010
Sonhos no Carrasco
O caminho não era de flores selvagens
Nem de aroma perfumado desse campo ilustre
Que sentes, e vê
A roupa era de fragância "quero mais"
Combinando com a perfeição de nascer
O sorriso era estampado na vida
Tão belo era o ato de ser
Formosidade entre as meias linhas
Fazendo de você necessidade minha
Nos shows de todas as cidades
Não havia se quer o seu nome
Procurei eu por outras cidades
Nevava quando eu sua presença sentia
Coisa de agente apaixonada
Talvez apenas simpatia
Que as divindidades por minha pessoa
Colecionavam
Olhos tão brilhantes quanto meu braço
Sua presença é essencial a mim
Tanto quanto meu baço
Nem tanto quanto meu rim
Mas o fio que liga nossos corações
Feito por uma singela aranha
Nada mais faz que na voz de minha garganta
Arranha.
E meu grito ecoa por todo o mundo
Nos shows que agora ficam na cidade
Há seu nome colado, pintado e rasgado
Vandalizaram minha nobre cidade
Sua boca quando junto a minha
Só em sonho.
Mas felicidade que não se esvazia
Devaneio esse que me deixa risonho
É o som das máquinas ao fundo
Indicando homens trabalhando duro
Eu aqui, sem produzir, me sentindo um
Vagabundo.
Suas viceras tão lindas e formosas
Com sua saliva dengosa
Fazem eu esquecer toda utilidade presente
Fazendo-me um ser humano vivente
E como penso nas improbabilidades existentes
Se é viver para amar ou amar para viver.
Nem de aroma perfumado desse campo ilustre
Que sentes, e vê
A roupa era de fragância "quero mais"
Combinando com a perfeição de nascer
O sorriso era estampado na vida
Tão belo era o ato de ser
Formosidade entre as meias linhas
Fazendo de você necessidade minha
Nos shows de todas as cidades
Não havia se quer o seu nome
Procurei eu por outras cidades
Nevava quando eu sua presença sentia
Coisa de agente apaixonada
Talvez apenas simpatia
Que as divindidades por minha pessoa
Colecionavam
Olhos tão brilhantes quanto meu braço
Sua presença é essencial a mim
Tanto quanto meu baço
Nem tanto quanto meu rim
Mas o fio que liga nossos corações
Feito por uma singela aranha
Nada mais faz que na voz de minha garganta
Arranha.
E meu grito ecoa por todo o mundo
Nos shows que agora ficam na cidade
Há seu nome colado, pintado e rasgado
Vandalizaram minha nobre cidade
Sua boca quando junto a minha
Só em sonho.
Mas felicidade que não se esvazia
Devaneio esse que me deixa risonho
É o som das máquinas ao fundo
Indicando homens trabalhando duro
Eu aqui, sem produzir, me sentindo um
Vagabundo.
Suas viceras tão lindas e formosas
Com sua saliva dengosa
Fazem eu esquecer toda utilidade presente
Fazendo-me um ser humano vivente
E como penso nas improbabilidades existentes
Se é viver para amar ou amar para viver.
Carta de um desesperado ou sorte na felicidade
Hei de tentar falar agora, desespero total. Vulgaridade lucida minha, pois ora, devo mesmo fazer tanta pressão? A liberdade é caracteristica essencial de todo nós, então, livre é ela para saber, se quer a você, Marcus, ou não. Pois aqui estou como a manifestação da decadência, Ernest.
Sentir a ti, mesmo que de longe
Ou por vibrações tão distantes
-Telefone-
Ou ir mais ainda, e apenas ler
Tudo que se expresa e me dizem as letras
Sobre ti
Tudo isso é satisfatório
Quando estou nesse mundo ilusório
De amar, de amar você
Sei que praguejo que amar é sofrer
Mas hei de confessar que só de pensar
Que você existe, raia um sorriso imenso e sincero
É drama
E essa alegria trasncede a tristeza
E persiste
Isso que sinto não exige ter
Exige ficar perto e sentir
E aproveitar
Porque isso se chama amar
Não!
Vai além, por que causa dor
E causa prazer
Não é material
Nem espiritual
É algo do Ser
A noite e o dia não são nada
Tornei-me atemporal
Estou além dos limites
Fico fora do bem e do mal
Agora, quando penso em letras para escrever
É em você que penso quando penso nas vinte e seis
Sacudo o cerebro para arejar
Mas o seu vento é denso
Efêmero. É isso que chamam o que sinto
É o corrego de minha razão se esvaindo
São meus musculos queimando com o fogo
E todo meu resto, que resta, amargando
Em uma infatilidade bruta, que dói, e ri
E sorri, porque lembro de seu nome
Que não passam de reles palavras
Que a mim, hoje e sempre, tem um total
Magnifico siginificado: Me remetem a você
E quando durmo, aflito, penso
Esvazio a mente do que posso
E fico. Fechar os olhos, os olhos avisam
Que ainda amo, e amo
Rogo, rezo, mato e dou vida
O impossivel é somente te ter
O resto se torna vulgar, ordinário
Diante da minha vontade, que passa
Que passa os limites sofridos a mim
E vira alegria, como já disse.
Porque se visses meu sentimento
Veria que sou um vulcão
Pronto para explodir
E chorar e sorrir.
Falei muito de mim
De ti, princesa, rainha, abelha
Não há que falar
Perdoe-me por viajar nos clichês
Mas não encontro palavras
Para lhe elogiar
Não palavras que ultrapassem a ordinariedade
E supram a necessidade
De serem tão grandiosas, como é
Como a enxergo
Pois a de convir que tudo
Tudo que se refere a você
No minimo deve ser de mesmo nível
Por isso e muito mais, não vejo
Nem procuro
Algum adjetivo, que a sua pessoa
Seja de todo plausivel
E finalmente, antes que lhe canse
- Isso se você ler-
Deixe-me resumir
E que resumo!
Porque a colera de amar
Vem esguiando-se
Como a serpente
E agora derrepente
Não tomo rumo
Sento e vejo tudo passar
Quase tudo, porque tudo que sinto
E vejo, e vivo
Continuam lá.
Por mim, milagroso fim, enfim.
Ainda que eu continue nesse Epopéia
Nessa Iliada, nessa Odisséia
E sofra a ira de deuses, demonios e gênios
Nada mudará para mais ou para menos
O fato de que apesar de ter um pouco de mim amputado a cada dia
Sou feliz, mesmo chorando, amando você
Isso me dá muita, muita alegria.
Sentir a ti, mesmo que de longe
Ou por vibrações tão distantes
-Telefone-
Ou ir mais ainda, e apenas ler
Tudo que se expresa e me dizem as letras
Sobre ti
Tudo isso é satisfatório
Quando estou nesse mundo ilusório
De amar, de amar você
Sei que praguejo que amar é sofrer
Mas hei de confessar que só de pensar
Que você existe, raia um sorriso imenso e sincero
É drama
E essa alegria trasncede a tristeza
E persiste
Isso que sinto não exige ter
Exige ficar perto e sentir
E aproveitar
Porque isso se chama amar
Não!
Vai além, por que causa dor
E causa prazer
Não é material
Nem espiritual
É algo do Ser
A noite e o dia não são nada
Tornei-me atemporal
Estou além dos limites
Fico fora do bem e do mal
Agora, quando penso em letras para escrever
É em você que penso quando penso nas vinte e seis
Sacudo o cerebro para arejar
Mas o seu vento é denso
Efêmero. É isso que chamam o que sinto
É o corrego de minha razão se esvaindo
São meus musculos queimando com o fogo
E todo meu resto, que resta, amargando
Em uma infatilidade bruta, que dói, e ri
E sorri, porque lembro de seu nome
Que não passam de reles palavras
Que a mim, hoje e sempre, tem um total
Magnifico siginificado: Me remetem a você
E quando durmo, aflito, penso
Esvazio a mente do que posso
E fico. Fechar os olhos, os olhos avisam
Que ainda amo, e amo
Rogo, rezo, mato e dou vida
O impossivel é somente te ter
O resto se torna vulgar, ordinário
Diante da minha vontade, que passa
Que passa os limites sofridos a mim
E vira alegria, como já disse.
Porque se visses meu sentimento
Veria que sou um vulcão
Pronto para explodir
E chorar e sorrir.
Falei muito de mim
De ti, princesa, rainha, abelha
Não há que falar
Perdoe-me por viajar nos clichês
Mas não encontro palavras
Para lhe elogiar
Não palavras que ultrapassem a ordinariedade
E supram a necessidade
De serem tão grandiosas, como é
Como a enxergo
Pois a de convir que tudo
Tudo que se refere a você
No minimo deve ser de mesmo nível
Por isso e muito mais, não vejo
Nem procuro
Algum adjetivo, que a sua pessoa
Seja de todo plausivel
E finalmente, antes que lhe canse
- Isso se você ler-
Deixe-me resumir
E que resumo!
Porque a colera de amar
Vem esguiando-se
Como a serpente
E agora derrepente
Não tomo rumo
Sento e vejo tudo passar
Quase tudo, porque tudo que sinto
E vejo, e vivo
Continuam lá.
Por mim, milagroso fim, enfim.
Ainda que eu continue nesse Epopéia
Nessa Iliada, nessa Odisséia
E sofra a ira de deuses, demonios e gênios
Nada mudará para mais ou para menos
O fato de que apesar de ter um pouco de mim amputado a cada dia
Sou feliz, mesmo chorando, amando você
Isso me dá muita, muita alegria.
sábado, 25 de setembro de 2010
Drama de bela jovem
É tão duro decidir entre morrer
E viver
É tão aspero sentar e saber
Que amanhã pode ser fim
Ou que pode ser mais
Ou qualquer coisa assim
Nada me dá mais forças
Se não a clareza da incertaza de saber que
Esqueço a natureza e suas ramificações
Vejo a vida como pura sorte
Nascer assim entre tantas aberrações
Não é jogo facil
Escolher entre aceitar ou negar
Escolhas me fazem confundir
E sem saber dinstuiguir, eu choro
Mas não um choro qualquer
Um choro de saber que não posso saber
Porque a incapacidade me dá vontade
Muita vontade
De vomitar
Oh jovem vida
Porque dou a ti tanto sentido?
E elevo sua formosidade a tal santidade?
Faço de mim seu amigo
Esperando sua frutifera generosidade
Há tanto trabalho para lhe glorificar
Mas no final, sua irmã, sua inimiga antônima
Leva tudo consigo
E deixa a mim sem nada
Oh morte, malvada e vil
Mulher de bravos e hostis guerreiros
Cravo de minha rosa tão insegura
Para alguns roda da fortuna
Outros a estrada da amargura
Porque deixa tua irmã,vida, tão sozinha?
São bombas explodindo nessa antitese que se vive
É pura discordia causada sem sentido ou direção
É o fim do mundo previsto mas de outro modo
Angustia que aflinge meus orgãos
Meus pensamentos inexistentes
E meus fios de cabelo arrepiados
Santa complexidade que faz tudo nada simples
Com um toque de ouro magico
Reverter tudo poderia
E deixar tudo mais incoerente
Decidir entre viver e morrer
Chutar o balde da sorte.
E viver
É tão aspero sentar e saber
Que amanhã pode ser fim
Ou que pode ser mais
Ou qualquer coisa assim
Nada me dá mais forças
Se não a clareza da incertaza de saber que
Esqueço a natureza e suas ramificações
Vejo a vida como pura sorte
Nascer assim entre tantas aberrações
Não é jogo facil
Escolher entre aceitar ou negar
Escolhas me fazem confundir
E sem saber dinstuiguir, eu choro
Mas não um choro qualquer
Um choro de saber que não posso saber
Porque a incapacidade me dá vontade
Muita vontade
De vomitar
Oh jovem vida
Porque dou a ti tanto sentido?
E elevo sua formosidade a tal santidade?
Faço de mim seu amigo
Esperando sua frutifera generosidade
Há tanto trabalho para lhe glorificar
Mas no final, sua irmã, sua inimiga antônima
Leva tudo consigo
E deixa a mim sem nada
Oh morte, malvada e vil
Mulher de bravos e hostis guerreiros
Cravo de minha rosa tão insegura
Para alguns roda da fortuna
Outros a estrada da amargura
Porque deixa tua irmã,vida, tão sozinha?
São bombas explodindo nessa antitese que se vive
É pura discordia causada sem sentido ou direção
É o fim do mundo previsto mas de outro modo
Angustia que aflinge meus orgãos
Meus pensamentos inexistentes
E meus fios de cabelo arrepiados
Santa complexidade que faz tudo nada simples
Com um toque de ouro magico
Reverter tudo poderia
E deixar tudo mais incoerente
Decidir entre viver e morrer
Chutar o balde da sorte.
Naturalidade.
Tic tac é o barulho do maldito relogio
Que diz e dita o que deve ser feito
Sou um verme, um prefeito eleito
Eleito para fazer o que mandar
E agora?
Vou é roubar
Tic tac, tá na hora da canalhice
É como a bomba de gás mortal
Que desce o ralo e entope a vida
É puro bem, é puro mal
Morrer nesta droga de vida
é algo tão natural.
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Corrupção
Corre vento pelado de seus instintos
Foge adorno de minha sala de não-estar
Corrompe as veias dos passaros e serpentes
Abre os dentes deste leão que és um cão
Morre a mim efemero amigo
Que nunca fora quem deveria ser
Sou eu, o mago e o rato
Corre luz que pisca as claras
E dente que ilumina as rasas aguas
Que dentre tamanha seca
Fazem sertão tudo que tenho
Amar é improvavel em tal estado
Estado eu nessa perdição.
Conto em suspense meus pobres contos
E faço canto dos meus ricos versos
Encontro o que não tenho em todo canto
Mas nunca sei se pegar é o mais correto
Morre a vida que morre o fim
Tudo bem, também não é assim
Voa cobra bendita, santa de minha paz
Alcanço os carceres de minha altivez
Sou cego ou mudo?
Tenho é surdez.
Foge adorno de minha sala de não-estar
Corrompe as veias dos passaros e serpentes
Abre os dentes deste leão que és um cão
Morre a mim efemero amigo
Que nunca fora quem deveria ser
Sou eu, o mago e o rato
Corre luz que pisca as claras
E dente que ilumina as rasas aguas
Que dentre tamanha seca
Fazem sertão tudo que tenho
Amar é improvavel em tal estado
Estado eu nessa perdição.
Conto em suspense meus pobres contos
E faço canto dos meus ricos versos
Encontro o que não tenho em todo canto
Mas nunca sei se pegar é o mais correto
Morre a vida que morre o fim
Tudo bem, também não é assim
Voa cobra bendita, santa de minha paz
Alcanço os carceres de minha altivez
Sou cego ou mudo?
Tenho é surdez.
Titulo define o que não pode ser definido.
Sinto saudades
Da epoca que não vivi
Pois bem será ela a mais feliz
De todos que já vivi
É pura miragem
O jeito que vejo a vida
Pois não vejo nada, sou cego
A visão é minha esquecida
A carnificina de meu interior me mata
Mentira, queria eu que matasse
Pois ainda vive e sofro
Queria eu que não demorasse
O verme, putrido e cruel
Se esconde debaixo do vel
E desvela-se nas horas improprias
Fazendo eu me tornar um monstro
Esse monstro ainda sou eu, fingindo
Tingido de ódio e amor
Atuando na minha vida
Como o diretor dessa peça toda
Dessa peça toda esquicida.
Da epoca que não vivi
Pois bem será ela a mais feliz
De todos que já vivi
É pura miragem
O jeito que vejo a vida
Pois não vejo nada, sou cego
A visão é minha esquecida
A carnificina de meu interior me mata
Mentira, queria eu que matasse
Pois ainda vive e sofro
Queria eu que não demorasse
O verme, putrido e cruel
Se esconde debaixo do vel
E desvela-se nas horas improprias
Fazendo eu me tornar um monstro
Esse monstro ainda sou eu, fingindo
Tingido de ódio e amor
Atuando na minha vida
Como o diretor dessa peça toda
Dessa peça toda esquicida.
Mil é pouco
Mesmo que eu lhe fizesse mil elogios
e a ele mil criticas
nada que eu falasse iria te confortar
Então ponha sua mascara maldita
e preparasse para caminhar,
caminhar em uma estrada infinita
bem longe da decepção
Vamos pular, elevar a cabeça
porque nem todo conforto do mundo
iria nesse momento te confortar
Então tire sua mascara maldita
Revele ao mundo suas necessidades
No céu um grande espelho
que reflete tudo o que não faz
deixando as prioridades de lado
jogando toda a felicidade para trás
Que tal uma banquete enorme
com todo tipo de emoção
quem sabe somente com isso
você volte a acreditar no coração
Nem que eu lhe mandasse cem rosas
e a ele cem pragas ( honrosas)
nada do que eu fizesse iria te confortar
De meia volta em suas ações
e as faça com mais emoções
tudo com força maior
para a memoria ser melhor
Tire o chapéu de seda
agora você é outra
distantes dos seus sentimentos
sinto muito por não te alegrar
Nem que eu falasse tudo isso mil vezes
e esquece de falar sobre ele mil vezes
Nada iria fazer você me amar
Então tire o chapeu de seda
ponha a mascara
tire a mascara maldita
E revele suas necessidades
e espere mais mil elogios
desta pequena pessoa
de amor e paciencia infinita
e a ele mil criticas
nada que eu falasse iria te confortar
Então ponha sua mascara maldita
e preparasse para caminhar,
caminhar em uma estrada infinita
bem longe da decepção
Vamos pular, elevar a cabeça
porque nem todo conforto do mundo
iria nesse momento te confortar
Então tire sua mascara maldita
Revele ao mundo suas necessidades
No céu um grande espelho
que reflete tudo o que não faz
deixando as prioridades de lado
jogando toda a felicidade para trás
Que tal uma banquete enorme
com todo tipo de emoção
quem sabe somente com isso
você volte a acreditar no coração
Nem que eu lhe mandasse cem rosas
e a ele cem pragas ( honrosas)
nada do que eu fizesse iria te confortar
De meia volta em suas ações
e as faça com mais emoções
tudo com força maior
para a memoria ser melhor
Tire o chapéu de seda
agora você é outra
distantes dos seus sentimentos
sinto muito por não te alegrar
Nem que eu falasse tudo isso mil vezes
e esquece de falar sobre ele mil vezes
Nada iria fazer você me amar
Então tire o chapeu de seda
ponha a mascara
tire a mascara maldita
E revele suas necessidades
e espere mais mil elogios
desta pequena pessoa
de amor e paciencia infinita
sábado, 18 de setembro de 2010
Beta e Felicidade. I
Era uma vez o homem, e logo em seguida sua cruzada em busca da felicidade. Não sei quando o homem surgiu, muito menos quando se teve noção de felicidade, mas posso afirmar com total certeza que desde quando o primeiro ser humano tentou ser feliz houve ódio, dor, destruição e maldade.
Vou chamar o primeiro ser humano a descobrir sobre a felicidade de Homem Beta ( considerando que vivemos em uma sociedade machista, com relatos históricos machistas, o primeiro ser humano a procurar a felicidade será homem), ou simplesmente de Beta. Beta um dia acordou e enquanto todos os outros faziam seus afazeres, Beta estava pensando. E durante todo esse pensamento ele chegou a conclusão que faltava-lhe algo. Ele era um humano normal quanto qualquer outro, tinha sua esposa, sua cabana e algumas modernas ferramentas de caça. Era tão normal e igual a qualquer outro humano que ele conhecia. Esse algo pensado por Beta era a ideia de que lhe faltava algo, que ele era incompleto e que sua existencia só estaria plena depois de obter o que não tinha.
[continua...]
Vou chamar o primeiro ser humano a descobrir sobre a felicidade de Homem Beta ( considerando que vivemos em uma sociedade machista, com relatos históricos machistas, o primeiro ser humano a procurar a felicidade será homem), ou simplesmente de Beta. Beta um dia acordou e enquanto todos os outros faziam seus afazeres, Beta estava pensando. E durante todo esse pensamento ele chegou a conclusão que faltava-lhe algo. Ele era um humano normal quanto qualquer outro, tinha sua esposa, sua cabana e algumas modernas ferramentas de caça. Era tão normal e igual a qualquer outro humano que ele conhecia. Esse algo pensado por Beta era a ideia de que lhe faltava algo, que ele era incompleto e que sua existencia só estaria plena depois de obter o que não tinha.
[continua...]
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Estou aqui a fazer um post. Um unico post que consiga resumir o que sinto. Um post que explique quem eu sou por meio dessas palavras. Já faz tempo que tenho algo dentro de mim que não suporto mais, não consigo mais carregar, porém não sei o que.
Antes de começar, sei que você não é ninguém, porque ninguem irá ler isso aqui. Ou você é alguém que aleatoriamente deu F5 e viu esse texto altamente depressivo ( ou não, porque ainda estou escrevendo e não sei como ficará.)
Bem, quem eu sou? Não sei explicar, mas vou tentar. Sou alguem de ego molar. Sim, ego molar, ele sobe e desce constantemente. Existem dias que eu estou me sentindo "o cara" e outros acho que um verme é mais merecedor de qualquer coisa do que eu. Não sou estavel, aliás, nada em minha vida é estavel. Eu sou assim, faço piadas idiotas e sorrio muito, mas sou extremamente timido e calado. Falo pouco, falo muito. Digo tudo, digo nada. Escondo e deixo em evidência. Esse sou eu... esses somos nós. Porque eu sou muito, mais que um. Mas sou nada, nem um.
Agora você, vocês ou ninguém deve saber como sou. Ou como não sou. Por que você pode considerar isso tudo ser ou então não ser. Mas enfim, deixe-me prosseguir. Eu preciso falar sobre isso que desconheço mas que preciso por para fora. Irei num passo-a-passo, tentando junto com quem ler isso, compreender meu problema.
Vou listar o que eu tenho e que não preciso me desfazer para ser feliz : Amigos, uma familia, não sou o rubens, como e não engordo. Enfim, são coisas meio patetéticas que eu prefiro deixar como estou. Eu fico satisfeito com o que tenho, mas mesmo com isso tem algo em mim que preciso jogar fora.Eu sinceramente não acho que o mundo me despreze e não tenho o que mereço, para o que faço tenho até mais. O meu maior problema é não saber o problema.
Estou pensando aqui, sinto falta é de amar alguém. É de desejar alguem, de querer morrer por alguém. Sinto falta daquele desgosto que o amor traz quando não é reciproco e faz agente ter vontande de vomitar mais que grávida. Sinto falta de ficar feliz quando vejo o rosto da pessoa que amo, de me sentir um cavalheiro em sua busca ao Graal. De falhar e continuar tentando, e acreditar que tenho força. Tenho falta de tudo que o amor trás, de bom e de ruim.
Falando em falta, sinto falta de muita coisa. Sinto falta de mim, sinto falta do que eu não tive. Não é porque eu nunca tive que eu possa sentir falta. Sabe? Sinto falta de ir tomar aquele sorvete com alguém que gosto. E a falta de ir ao cinema e abraçar alguém? Nem te conto. Mas sem isso eu posso viver. Olhando tudo isso, eu percebo que apesar de ter otémos amigos, eu ainda me sinto só. Mas é uma solidão que não sei explicar. Não preciso de uma companheira amorosa necessáriamente. Eu não sei o que me falta. Eu não sei o que me sobra.
Vou explicar, ou tentar, de uma maneira que até os que mais me desconhecem possam entender. Sabe quando você sente um enorme vazio em você? Como se faltasse alguém ali, uma namorada, um amigo, um animal de estimação ou até mesmo aquele rato que você adota como amigo e come seu queijo no meio da noite. Então, pode ser isso que falta em mim, mas creio que não seja amigos, prezo muito os que tenho e acho que são o suficiente. Também não é falta de uma femêa alfa. E animais de estimação, tenho um que supre minhas necessidades. O que me falta então? Não sei, talvez me falte saber o que me falta. Talvez não me falte nada, e só me falta saber isso, mas ai nada me faltaria. Mas ninguém é completo, ao menos quando vivo. Não que a morte vá me completar, não a quero tão cedo em minha vida, a temo. Mas que ninguem ficará saciando algo depois de morto eu tenho certeza. Mas estou vivo, e preciso saber o que tanto me deixa angustiado. Será que a angustia é um mero caprixo meu? Já pensei se esse vazio que tenho é apenas uma modinha que sigo. Sei lá, hoje em dia é tão fashion ser um emo com tendencias suicidas. Mas acho que não é, eu mesmo saberia se fosse. Talvez sou influenciado. Mas não! Não acho que esse vazio que tanto me abala é fruto da manipulação que sofri. Bem, sofro como todo mundo sofre. Não sofro, sofrimento é muito forte, tenho é problemas mentais talvez ( risos).
Mas bem, eu estava falando sobre o me sobra e preciso tirar e acabei falando do que me falta. Talvez o que me falte é o que me sobre. Tenho tudo o que quero, e até mais do que mereço. Falta coisas que preciso, mas não quero. É complexo de mais cidadão. A vida é simples, mas nós com nossos futeis desejos a deixamos tão complexa a ponto de esquecer que ela é simples.
Depois de escrever tudo isso, me animei. Pois vi que sou um chorão que reclama de algo que nem sei o que é. Sabe, olhando bem a vida é bela, agente que não enxerga ela. Sério, precisei escrever tudo isso para perceber que eu sou um chorão. Choro sem saber, quero sem saber o que. E por que? Não sei. Percebi que não sei muitas coisas, talvez nada. Preciso aprender. Sei pouco e não é o suficiente. Quando eu saber, eu posso reclamar com todo direito. Enquanto isso, devo parar e pensar que eu poderia estar pior, se é que estou ruim.
Se você ler isso, nossa você realmente adora jogar seu tempo fora.
Fim. Por: Eu
Antes de começar, sei que você não é ninguém, porque ninguem irá ler isso aqui. Ou você é alguém que aleatoriamente deu F5 e viu esse texto altamente depressivo ( ou não, porque ainda estou escrevendo e não sei como ficará.)
Bem, quem eu sou? Não sei explicar, mas vou tentar. Sou alguem de ego molar. Sim, ego molar, ele sobe e desce constantemente. Existem dias que eu estou me sentindo "o cara" e outros acho que um verme é mais merecedor de qualquer coisa do que eu. Não sou estavel, aliás, nada em minha vida é estavel. Eu sou assim, faço piadas idiotas e sorrio muito, mas sou extremamente timido e calado. Falo pouco, falo muito. Digo tudo, digo nada. Escondo e deixo em evidência. Esse sou eu... esses somos nós. Porque eu sou muito, mais que um. Mas sou nada, nem um.
Agora você, vocês ou ninguém deve saber como sou. Ou como não sou. Por que você pode considerar isso tudo ser ou então não ser. Mas enfim, deixe-me prosseguir. Eu preciso falar sobre isso que desconheço mas que preciso por para fora. Irei num passo-a-passo, tentando junto com quem ler isso, compreender meu problema.
Vou listar o que eu tenho e que não preciso me desfazer para ser feliz : Amigos, uma familia, não sou o rubens, como e não engordo. Enfim, são coisas meio patetéticas que eu prefiro deixar como estou. Eu fico satisfeito com o que tenho, mas mesmo com isso tem algo em mim que preciso jogar fora.Eu sinceramente não acho que o mundo me despreze e não tenho o que mereço, para o que faço tenho até mais. O meu maior problema é não saber o problema.
Estou pensando aqui, sinto falta é de amar alguém. É de desejar alguem, de querer morrer por alguém. Sinto falta daquele desgosto que o amor traz quando não é reciproco e faz agente ter vontande de vomitar mais que grávida. Sinto falta de ficar feliz quando vejo o rosto da pessoa que amo, de me sentir um cavalheiro em sua busca ao Graal. De falhar e continuar tentando, e acreditar que tenho força. Tenho falta de tudo que o amor trás, de bom e de ruim.
Falando em falta, sinto falta de muita coisa. Sinto falta de mim, sinto falta do que eu não tive. Não é porque eu nunca tive que eu possa sentir falta. Sabe? Sinto falta de ir tomar aquele sorvete com alguém que gosto. E a falta de ir ao cinema e abraçar alguém? Nem te conto. Mas sem isso eu posso viver. Olhando tudo isso, eu percebo que apesar de ter otémos amigos, eu ainda me sinto só. Mas é uma solidão que não sei explicar. Não preciso de uma companheira amorosa necessáriamente. Eu não sei o que me falta. Eu não sei o que me sobra.
Vou explicar, ou tentar, de uma maneira que até os que mais me desconhecem possam entender. Sabe quando você sente um enorme vazio em você? Como se faltasse alguém ali, uma namorada, um amigo, um animal de estimação ou até mesmo aquele rato que você adota como amigo e come seu queijo no meio da noite. Então, pode ser isso que falta em mim, mas creio que não seja amigos, prezo muito os que tenho e acho que são o suficiente. Também não é falta de uma femêa alfa. E animais de estimação, tenho um que supre minhas necessidades. O que me falta então? Não sei, talvez me falte saber o que me falta. Talvez não me falte nada, e só me falta saber isso, mas ai nada me faltaria. Mas ninguém é completo, ao menos quando vivo. Não que a morte vá me completar, não a quero tão cedo em minha vida, a temo. Mas que ninguem ficará saciando algo depois de morto eu tenho certeza. Mas estou vivo, e preciso saber o que tanto me deixa angustiado. Será que a angustia é um mero caprixo meu? Já pensei se esse vazio que tenho é apenas uma modinha que sigo. Sei lá, hoje em dia é tão fashion ser um emo com tendencias suicidas. Mas acho que não é, eu mesmo saberia se fosse. Talvez sou influenciado. Mas não! Não acho que esse vazio que tanto me abala é fruto da manipulação que sofri. Bem, sofro como todo mundo sofre. Não sofro, sofrimento é muito forte, tenho é problemas mentais talvez ( risos).
Mas bem, eu estava falando sobre o me sobra e preciso tirar e acabei falando do que me falta. Talvez o que me falte é o que me sobre. Tenho tudo o que quero, e até mais do que mereço. Falta coisas que preciso, mas não quero. É complexo de mais cidadão. A vida é simples, mas nós com nossos futeis desejos a deixamos tão complexa a ponto de esquecer que ela é simples.
Depois de escrever tudo isso, me animei. Pois vi que sou um chorão que reclama de algo que nem sei o que é. Sabe, olhando bem a vida é bela, agente que não enxerga ela. Sério, precisei escrever tudo isso para perceber que eu sou um chorão. Choro sem saber, quero sem saber o que. E por que? Não sei. Percebi que não sei muitas coisas, talvez nada. Preciso aprender. Sei pouco e não é o suficiente. Quando eu saber, eu posso reclamar com todo direito. Enquanto isso, devo parar e pensar que eu poderia estar pior, se é que estou ruim.
Se você ler isso, nossa você realmente adora jogar seu tempo fora.
Fim. Por: Eu
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Um dia perguntei a um senhor por que ele continuava tentando pedir dinheiro na rua, se quase ninguém dava a ele. Ele me respondeu que ainda acreditava na bondande das pessoas. Depois vi em uma reportagem que perguntava a um assassino por que ele matou todas aquelas pessoas, e ele disse por que no mundo viviam pessoas boas. Ai eu decidi me questionar, por que não faço coisas boas? Por que não ajudo pessoas boas? Eu sou uma boa pessoa?
Diante de todo o mundo me pergunto
Não respondo se quer o que pensei
Perguntei se eu sou digno de tudo
Perguntei se alguma coisa eu sei
Olhei o velho jogado na calçada
Barba branca e alma lavada
De cara limpa pedindo dinheiro
Com seu rosto sujo, acomodado no boeiro
Olhei a criança brincando ciranda
Rindo da dor, do tombo que levou
Parei e pensei, se eu podia ser assim
Desse jeito, alegria sem fim
Lembrei do velho, com seu sorriso medonho
Pedindo dinheiro, dizendo não ser do demonio
Lavando a calçada com sua barba seca
Fazendo a vida, sem ter sua mesa
E a criança ao lado, olhando para ele
Fazendo cara feia, desprezo na certa
Me perguntei de modo solene
É a atitude correta?
E a felicidade da criança, era mera esperança
De achar que não conhece já conhecendo
Tudo é uma farsa
Uma farsa bem montanda
Que agora está acontecendo.
Diante de todo o mundo me pergunto
Não respondo se quer o que pensei
Perguntei se eu sou digno de tudo
Perguntei se alguma coisa eu sei
Olhei o velho jogado na calçada
Barba branca e alma lavada
De cara limpa pedindo dinheiro
Com seu rosto sujo, acomodado no boeiro
Olhei a criança brincando ciranda
Rindo da dor, do tombo que levou
Parei e pensei, se eu podia ser assim
Desse jeito, alegria sem fim
Lembrei do velho, com seu sorriso medonho
Pedindo dinheiro, dizendo não ser do demonio
Lavando a calçada com sua barba seca
Fazendo a vida, sem ter sua mesa
E a criança ao lado, olhando para ele
Fazendo cara feia, desprezo na certa
Me perguntei de modo solene
É a atitude correta?
E a felicidade da criança, era mera esperança
De achar que não conhece já conhecendo
Tudo é uma farsa
Uma farsa bem montanda
Que agora está acontecendo.
Devemos.
Temos que mudar o mundo
Mas o mundo não quer ser mudado
Temos que mudar o mundo
Mas o mundo não quer ser mudado
Temos que mudar o mundo
Mas o mundo não quer ser mudado
Temos que mudar o mundo
Mas o mundo não quer ser mudado
Temos que o modificar o planeta
Mas a terra não quer ser transformada.
Mas o mundo não quer ser mudado
Temos que mudar o mundo
Mas o mundo não quer ser mudado
Temos que mudar o mundo
Mas o mundo não quer ser mudado
Temos que mudar o mundo
Mas o mundo não quer ser mudado
Temos que o modificar o planeta
Mas a terra não quer ser transformada.
E voltaram a trabalhar.
Tão velho quanto o saque.
E voltaram a trabalhar.
Aonde as frutas não apodrecem
E a felicidade se permanece
Aonde as pessoas são felizes
Local que as flores sempre floressem
passaros e cobras no inverno se aquecem
Cada um tem suas raizes
O lar pefeito pra qualquer um
a casa dos pobres e ricos, e de nenhum
A propria felicidade é aonde moram
residem na terram que já sonharam
o ápice de tudo aquilo,
que sempre desejaram
"Na terra que todos imploram
e por ela não pedem nada", pensaram.
Para que assim continue
do jeito que se acostumaram
Mas eis que a barreira quebrou
a felicidade se dissipou
Uma verdade bem mostrada
que estava ali a todo momento
matou,truicidou todos eles com o tempo
Dor, terror, pessoas assinadas
estavam todas ali, sem ferimentos
sonhou, ganhou,tudo pra seu contento
O mal havia chegado, disparado
dominou todas as mentes
neutras, tristes e contentes
Tudo de bom havia partido
só restara as sementes
fracas, fortes, permanentes
E anos e anos sem alegria
aquilo se desfaleceu
coisa que não morreria
depois daquele tempo morreu
A terra não merecia
aquilo que aconteceu
era o que dizia
aquele que a vendeu
E a felicidade vou com o vento
E o vento se perdeu
Ainda esperam ansiosos e sentandos
pelo tempo que que já rompeu
Ainda constroem suas casas
por imensas e terriveis valas
-fôra o que sobrara afinal
Depois da luta contra o mal
Tudo havia ficado diferente
estranhamente haviam pessoas contentes
talvez um bom sinal
E a vida não era facil como antes
talvez o recomeço tenha livrado
a mente do pecado constante
E se puseram a trabalhar
Trabalhadores de diamante
Quem sabe um dia com a força
Deixem seu mundo como era antes
E voltaram a trabalhar.
Aonde as frutas não apodrecem
E a felicidade se permanece
Aonde as pessoas são felizes
Local que as flores sempre floressem
passaros e cobras no inverno se aquecem
Cada um tem suas raizes
O lar pefeito pra qualquer um
a casa dos pobres e ricos, e de nenhum
A propria felicidade é aonde moram
residem na terram que já sonharam
o ápice de tudo aquilo,
que sempre desejaram
"Na terra que todos imploram
e por ela não pedem nada", pensaram.
Para que assim continue
do jeito que se acostumaram
Mas eis que a barreira quebrou
a felicidade se dissipou
Uma verdade bem mostrada
que estava ali a todo momento
matou,truicidou todos eles com o tempo
Dor, terror, pessoas assinadas
estavam todas ali, sem ferimentos
sonhou, ganhou,tudo pra seu contento
O mal havia chegado, disparado
dominou todas as mentes
neutras, tristes e contentes
Tudo de bom havia partido
só restara as sementes
fracas, fortes, permanentes
E anos e anos sem alegria
aquilo se desfaleceu
coisa que não morreria
depois daquele tempo morreu
A terra não merecia
aquilo que aconteceu
era o que dizia
aquele que a vendeu
E a felicidade vou com o vento
E o vento se perdeu
Ainda esperam ansiosos e sentandos
pelo tempo que que já rompeu
Ainda constroem suas casas
por imensas e terriveis valas
-fôra o que sobrara afinal
Depois da luta contra o mal
Tudo havia ficado diferente
estranhamente haviam pessoas contentes
talvez um bom sinal
E a vida não era facil como antes
talvez o recomeço tenha livrado
a mente do pecado constante
E se puseram a trabalhar
Trabalhadores de diamante
Quem sabe um dia com a força
Deixem seu mundo como era antes
O Saque.
Esse aqui é bem velho, old times mesmo xD
O saque.
Campos seguidos de frutas doces
por senhoras, senhoritas
e triste senhores
Campos queimados de seus amores
por damas, cavalheiros
e velhos penhores
Cidades inteiras imundadas
por amores e amores
e paixões naufragadas
Cidades no nada saqueadas
por bandidos e bandidos
e pessoas desalmadas
Meninas de cobre
sendo assassinadas
no meio do fogo se via a lagrima
E senhoras tão nobres
sendo desrespeitadas
no meio das cinzas se via a lástima
E no meio do horror
e de inequidade
se via a morte caminhar
por entre a cidade
E no meio do terror
e da infelicidade
ainda se ouvia gritar
por piedade
E dentre os homens tão cruéis
ainda existia um ser humano
que deixava ouvir com o coração
E salvou, até os não fiéis
e um a um foi salvando
os que pediam por salvação
E campos e cidades
foram todos se ajustando
voltando a felicidade
que fora roubada no passado
E jovens e com idade
foram todos se preparando
pra reconstruir a cidade
que fora seu lar tão amado.
O saque.
Campos seguidos de frutas doces
por senhoras, senhoritas
e triste senhores
Campos queimados de seus amores
por damas, cavalheiros
e velhos penhores
Cidades inteiras imundadas
por amores e amores
e paixões naufragadas
Cidades no nada saqueadas
por bandidos e bandidos
e pessoas desalmadas
Meninas de cobre
sendo assassinadas
no meio do fogo se via a lagrima
E senhoras tão nobres
sendo desrespeitadas
no meio das cinzas se via a lástima
E no meio do horror
e de inequidade
se via a morte caminhar
por entre a cidade
E no meio do terror
e da infelicidade
ainda se ouvia gritar
por piedade
E dentre os homens tão cruéis
ainda existia um ser humano
que deixava ouvir com o coração
E salvou, até os não fiéis
e um a um foi salvando
os que pediam por salvação
E campos e cidades
foram todos se ajustando
voltando a felicidade
que fora roubada no passado
E jovens e com idade
foram todos se preparando
pra reconstruir a cidade
que fora seu lar tão amado.
Acorda.
Acorda o que dorme
Pois vive lá além e se vai
Reforma a glória
O pútrido esvaziado retoma forma
O sol já raia em outros planos
Acorda, acorda, de uma forma somos humanos
Levanta o dia, o som das maquinas não mais é
A face que outrora fora maligna agora descança
Desfaz a pista
Outros caminhos também podem ser seguidos
O som do dia bem ao fundo pode ser ouvido
Bate na porta princesa benevolente
Deixa entrar contigo todo ouro e compaixão
Agora só disso necessita todos que vivem
Parado no tempo está o bravo ser
Diamantes enormes, pedras de reis
Deixe o passado passar sem ver
Acorda humano, hermano
O som da maquina definitivamente não mais toca
Levanta hermano, meu humano
Sei que a alvorada te satisfaz, mas o mundo não é só tudo isto
A máscara cai diante da fraca brisa
E mostra tudo que era antes de desfalecer.
Pois vive lá além e se vai
Reforma a glória
O pútrido esvaziado retoma forma
O sol já raia em outros planos
Acorda, acorda, de uma forma somos humanos
Levanta o dia, o som das maquinas não mais é
A face que outrora fora maligna agora descança
Desfaz a pista
Outros caminhos também podem ser seguidos
O som do dia bem ao fundo pode ser ouvido
Bate na porta princesa benevolente
Deixa entrar contigo todo ouro e compaixão
Agora só disso necessita todos que vivem
Parado no tempo está o bravo ser
Diamantes enormes, pedras de reis
Deixe o passado passar sem ver
Acorda humano, hermano
O som da maquina definitivamente não mais toca
Levanta hermano, meu humano
Sei que a alvorada te satisfaz, mas o mundo não é só tudo isto
A máscara cai diante da fraca brisa
E mostra tudo que era antes de desfalecer.
terça-feira, 6 de julho de 2010
Caminhada.
Triste vento publicou opaco o meu verdadeiro ser
Pena minha de penas largas e penas curtas que não voei
Meu reflexo mal feito à margens de um rio de aguas turvas se dissipou
Ficou sozinho meu outro eu, esperando a barca da morte chegar e levar
Fiquei sozinho no espaço ambiguo de minha mente olhando a frente ele andar
Tristes pombos que não voaram e me esperaram a caminhar
Os decepcionei
Olho no dia, espera sagaz e assiste nas letras, vê as nuvens e as borboletas
Deixa o ouvido preso ao minusculo espaço para ouvir os fatos que não decifrou
Manda a mensagem, o espirito não aguentou
O espelho quebrado é só um sinal, dizendo que nada é bem ou mal
Deixa cair a propria vida em prol da vida que não viveu
Olhos dos peixes que não pularam
Os matou
Consegue de fato meu outro ser eu sem deixar rastros de que não sou?
Pensa ele comigo se somos amigos sendo eu ele e ele eu da mesma forma?
Deixo que ele viva a vida em meu lugar, meu outro meu, meu outro amar
Espera na sacada da janela a vinda da vitória, cheirosa e permufada com canções
Guerreiros temidos, cruéis com seus horriveis lampiões, não faz diferença
Imponente meu outro eu, fraco sou eu
É a norma.
Pena minha de penas largas e penas curtas que não voei
Meu reflexo mal feito à margens de um rio de aguas turvas se dissipou
Ficou sozinho meu outro eu, esperando a barca da morte chegar e levar
Fiquei sozinho no espaço ambiguo de minha mente olhando a frente ele andar
Tristes pombos que não voaram e me esperaram a caminhar
Os decepcionei
Olho no dia, espera sagaz e assiste nas letras, vê as nuvens e as borboletas
Deixa o ouvido preso ao minusculo espaço para ouvir os fatos que não decifrou
Manda a mensagem, o espirito não aguentou
O espelho quebrado é só um sinal, dizendo que nada é bem ou mal
Deixa cair a propria vida em prol da vida que não viveu
Olhos dos peixes que não pularam
Os matou
Consegue de fato meu outro ser eu sem deixar rastros de que não sou?
Pensa ele comigo se somos amigos sendo eu ele e ele eu da mesma forma?
Deixo que ele viva a vida em meu lugar, meu outro meu, meu outro amar
Espera na sacada da janela a vinda da vitória, cheirosa e permufada com canções
Guerreiros temidos, cruéis com seus horriveis lampiões, não faz diferença
Imponente meu outro eu, fraco sou eu
É a norma.
Tempos?! ( Parte III )
O esperado chegou
Eu me livrei
Pensei
Agora posso continuar
Foi generoso, nova chance
Despertei da cama, posso viver
Que graça, nunca cai
O susto foi para aprender
Carregar, não guardar
Não pode ser tão genereso outro vez
São seis horas, e eu levantei
Até que horas vai?
Não quero saber.
Eu me livrei
Pensei
Agora posso continuar
Foi generoso, nova chance
Despertei da cama, posso viver
Que graça, nunca cai
O susto foi para aprender
Carregar, não guardar
Não pode ser tão genereso outro vez
São seis horas, e eu levantei
Até que horas vai?
Não quero saber.
Minutos?! (Parte II)
Aceitei o que houve sem hesitação
Em meu estado, de fato, não havia salvação
Agora tenho todo e nenhum tempo para pensar
Tudo que até agora deixei passar
Por anos passei o olhando o futuro
Nunca se quer pensei no presente
Havia esquecido que o tempo é constante
Ele não espera, se fecha, nenhum furo ou instante.
Sento sem me levantar e assisto o passado
Passando...Só passei a vida passeando
Deixei passar sem hesitar, a vida que agora fico a pensar
Pensando um modo...recuperar.
Lembro, nada fiz nesse tempo
Nasci...morto e se quer cheguei a viver
Passei tempos e tempos...vegetando,
Esperando a hora chegar
Ela chegou, eu não estava.
Em meu estado, de fato, não havia salvação
Agora tenho todo e nenhum tempo para pensar
Tudo que até agora deixei passar
Por anos passei o olhando o futuro
Nunca se quer pensei no presente
Havia esquecido que o tempo é constante
Ele não espera, se fecha, nenhum furo ou instante.
Sento sem me levantar e assisto o passado
Passando...Só passei a vida passeando
Deixei passar sem hesitar, a vida que agora fico a pensar
Pensando um modo...recuperar.
Lembro, nada fiz nesse tempo
Nasci...morto e se quer cheguei a viver
Passei tempos e tempos...vegetando,
Esperando a hora chegar
Ela chegou, eu não estava.
Horas?! ( Parte I)
São seis horas e não levantei
Paro na cama, penso sobre o que sei
É demais para absorver, mas suficiente para viver
As horas passam e percebo...
São dez horas e não levantei
Parado na cama, sem respirar, notei
Não consigo entender, sou novo demais para ceder
As horas continuam passando e...
São meio dia, ninguém notou, eu sei
Jogado na cama, não me movimentei
Não sou querido, não vão perceber, não vão ver
As horas pararam de passar...
São tantas horas, eu já não sei
Jogado, esquecido, largado não mais tentei
Levantar e viver, o tempo não para de correr
O que ? Que horas são?
Paro na cama, penso sobre o que sei
É demais para absorver, mas suficiente para viver
As horas passam e percebo...
São dez horas e não levantei
Parado na cama, sem respirar, notei
Não consigo entender, sou novo demais para ceder
As horas continuam passando e...
São meio dia, ninguém notou, eu sei
Jogado na cama, não me movimentei
Não sou querido, não vão perceber, não vão ver
As horas pararam de passar...
São tantas horas, eu já não sei
Jogado, esquecido, largado não mais tentei
Levantar e viver, o tempo não para de correr
O que ? Que horas são?
Disseram já.
Novamente frizo que sou péssimo em dar titulos, e aproveito pra dizer que sou quase semi analfabeto, meus erros gramaticais são de dar medo, mas deixa eu ir colocando outra coisa que fiz aqui em aulas legais.
Já dizia a lenda
A vida é um jogo
E quem ganha
Não é o de melhor peça
A vida não é dessas, injusta.
Ganha quem tem as piores
E sabe usar.
Já dizia o nada, que tudo é nada
Não estou no jogo, não tenho peças
Estou no campo, sem munição
Ouço o barulho, levanto a mão.
Já dizia alguém, é para vencer
E para vencer é a coragem
E a coragem é pura bobagem
Para ter o que vender
Eu quero peças.
Já dizia o dito, o que foi falado
Estamos nessa, não isolados !
O jogo termina, sem perder ou vencer
O jogo é sem fim, o jogo é viver.
Já dizia a lenda
A vida é um jogo
E quem ganha
Não é o de melhor peça
A vida não é dessas, injusta.
Ganha quem tem as piores
E sabe usar.
Já dizia o nada, que tudo é nada
Não estou no jogo, não tenho peças
Estou no campo, sem munição
Ouço o barulho, levanto a mão.
Já dizia alguém, é para vencer
E para vencer é a coragem
E a coragem é pura bobagem
Para ter o que vender
Eu quero peças.
Já dizia o dito, o que foi falado
Estamos nessa, não isolados !
O jogo termina, sem perder ou vencer
O jogo é sem fim, o jogo é viver.
Levado
Bem, o que uma aula com filmes divertidos cortados em varias partes não faz a mente humana criar. Meus titulos são terriveis, assim como as coisas que escrevo. Pelo menos combinam em algo, creio eu.
Tocou o sino
Soprou o vento
Levou o velho
Vestiu o terno
E se foi.
Tocou noticia
Ninguém leu
Levou a lembraça
Ninguem esqueceu
Nunca lembrou.
Triste ou não, aconteceu
Destinado a isso, obedeceu
Seguiu caminho, foi tão tarde
Mesmo com muitos, não viveu
Deixou tudo, sem procurar, partiu.
Tocou o sino
Soprou o vento
Levou o velho
Vestiu o terno
E se foi.
Tocou noticia
Ninguém leu
Levou a lembraça
Ninguem esqueceu
Nunca lembrou.
Triste ou não, aconteceu
Destinado a isso, obedeceu
Seguiu caminho, foi tão tarde
Mesmo com muitos, não viveu
Deixou tudo, sem procurar, partiu.
Tenho que começar...
Tenho que começar por um inicio bem genial
Fazer algo de muita relevância, só pra constar
Isso tudo é importante, pois ora, para ter um bom final
Preciso de um inicio sensasional, ou pelo menos enrolar
Tudo que aqui eu ei de escrever, são coisas reais
Reais em minha mente, subproduto do meu querer
Tudo que eu não escrever aqui, eu irei escrever
Por que eu quero mais.
Bem, nada aqui é para se admirar
Vou abrir meu profundo eu para se olhar
Então, aviso de antemão, não vá se assustar
Fazer essas coisas é perigoso
Um perigo real e assustador
De uma faceta unica e capacidades letais
Que só atingem a mim, e a ninguem mais.
Então, o primeiro post se encerra desse modo
De um modo nada convencional para meus padrões
Agora, espero que meu eu permita eu ir mais além
E não considere quem ler isso tudo, meros ladrões.
Fazer algo de muita relevância, só pra constar
Isso tudo é importante, pois ora, para ter um bom final
Preciso de um inicio sensasional, ou pelo menos enrolar
Tudo que aqui eu ei de escrever, são coisas reais
Reais em minha mente, subproduto do meu querer
Tudo que eu não escrever aqui, eu irei escrever
Por que eu quero mais.
Bem, nada aqui é para se admirar
Vou abrir meu profundo eu para se olhar
Então, aviso de antemão, não vá se assustar
Fazer essas coisas é perigoso
Um perigo real e assustador
De uma faceta unica e capacidades letais
Que só atingem a mim, e a ninguem mais.
Então, o primeiro post se encerra desse modo
De um modo nada convencional para meus padrões
Agora, espero que meu eu permita eu ir mais além
E não considere quem ler isso tudo, meros ladrões.
Assinar:
Comentários (Atom)