Uma explosão de mudanças ocorreu nesse que vos escreve. Sabe, um raio de sensatez me levou a crer que mudanças são necessárias e são algo que não há como não haver. Este blog, tão morto quanto as palavras de quem escreve, merece vida. Merece, pois há algo tão belo nele que não ser vida é uma ofensa. Não! Não estou elogiando tudo que até agora escrevi! Elogio a arte que utilizo: as palavras. É que todas as palavras merecem e devem ser tão ou mais vivas que eu, você e todo o resto.
Como meio para todo esse fingere que aparecerá aqui, usarei e abusarei de tudo que já fora criado por mim, por você, pelo mundo. Então, tomarei para mim o titulo de grande copiador das coisas. Conjugarei o verbo: Ego fingo. Vou admitir que a critividade não está somente na criação de algo que até o momento nunca existiu, mas também está na própria raiz do verbo fingere: imaginação, criação, produção, figuração. Indo mais a fundo, modelarei a barro tal como o Criador fez a Adão. Em outras palavras criarei do que já existe. Uma cópia mal feita do feito!
E para caminhar junto a toda essa mudança, faço um esforço para que o design deste blog mude para melhor. Mas já agora peço perdão pela ausência de estética neste.
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