Um dia perguntei a um senhor por que ele continuava tentando pedir dinheiro na rua, se quase ninguém dava a ele. Ele me respondeu que ainda acreditava na bondande das pessoas. Depois vi em uma reportagem que perguntava a um assassino por que ele matou todas aquelas pessoas, e ele disse por que no mundo viviam pessoas boas. Ai eu decidi me questionar, por que não faço coisas boas? Por que não ajudo pessoas boas? Eu sou uma boa pessoa?
Diante de todo o mundo me pergunto
Não respondo se quer o que pensei
Perguntei se eu sou digno de tudo
Perguntei se alguma coisa eu sei
Olhei o velho jogado na calçada
Barba branca e alma lavada
De cara limpa pedindo dinheiro
Com seu rosto sujo, acomodado no boeiro
Olhei a criança brincando ciranda
Rindo da dor, do tombo que levou
Parei e pensei, se eu podia ser assim
Desse jeito, alegria sem fim
Lembrei do velho, com seu sorriso medonho
Pedindo dinheiro, dizendo não ser do demonio
Lavando a calçada com sua barba seca
Fazendo a vida, sem ter sua mesa
E a criança ao lado, olhando para ele
Fazendo cara feia, desprezo na certa
Me perguntei de modo solene
É a atitude correta?
E a felicidade da criança, era mera esperança
De achar que não conhece já conhecendo
Tudo é uma farsa
Uma farsa bem montanda
Que agora está acontecendo.
A poesia escreve o poeta. O poeta se deixa ser escrito. No final, não há distinção entre a obra e o ser. Há o Uno.
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Devemos.
Temos que mudar o mundo
Mas o mundo não quer ser mudado
Temos que mudar o mundo
Mas o mundo não quer ser mudado
Temos que mudar o mundo
Mas o mundo não quer ser mudado
Temos que mudar o mundo
Mas o mundo não quer ser mudado
Temos que o modificar o planeta
Mas a terra não quer ser transformada.
Mas o mundo não quer ser mudado
Temos que mudar o mundo
Mas o mundo não quer ser mudado
Temos que mudar o mundo
Mas o mundo não quer ser mudado
Temos que mudar o mundo
Mas o mundo não quer ser mudado
Temos que o modificar o planeta
Mas a terra não quer ser transformada.
E voltaram a trabalhar.
Tão velho quanto o saque.
E voltaram a trabalhar.
Aonde as frutas não apodrecem
E a felicidade se permanece
Aonde as pessoas são felizes
Local que as flores sempre floressem
passaros e cobras no inverno se aquecem
Cada um tem suas raizes
O lar pefeito pra qualquer um
a casa dos pobres e ricos, e de nenhum
A propria felicidade é aonde moram
residem na terram que já sonharam
o ápice de tudo aquilo,
que sempre desejaram
"Na terra que todos imploram
e por ela não pedem nada", pensaram.
Para que assim continue
do jeito que se acostumaram
Mas eis que a barreira quebrou
a felicidade se dissipou
Uma verdade bem mostrada
que estava ali a todo momento
matou,truicidou todos eles com o tempo
Dor, terror, pessoas assinadas
estavam todas ali, sem ferimentos
sonhou, ganhou,tudo pra seu contento
O mal havia chegado, disparado
dominou todas as mentes
neutras, tristes e contentes
Tudo de bom havia partido
só restara as sementes
fracas, fortes, permanentes
E anos e anos sem alegria
aquilo se desfaleceu
coisa que não morreria
depois daquele tempo morreu
A terra não merecia
aquilo que aconteceu
era o que dizia
aquele que a vendeu
E a felicidade vou com o vento
E o vento se perdeu
Ainda esperam ansiosos e sentandos
pelo tempo que que já rompeu
Ainda constroem suas casas
por imensas e terriveis valas
-fôra o que sobrara afinal
Depois da luta contra o mal
Tudo havia ficado diferente
estranhamente haviam pessoas contentes
talvez um bom sinal
E a vida não era facil como antes
talvez o recomeço tenha livrado
a mente do pecado constante
E se puseram a trabalhar
Trabalhadores de diamante
Quem sabe um dia com a força
Deixem seu mundo como era antes
E voltaram a trabalhar.
Aonde as frutas não apodrecem
E a felicidade se permanece
Aonde as pessoas são felizes
Local que as flores sempre floressem
passaros e cobras no inverno se aquecem
Cada um tem suas raizes
O lar pefeito pra qualquer um
a casa dos pobres e ricos, e de nenhum
A propria felicidade é aonde moram
residem na terram que já sonharam
o ápice de tudo aquilo,
que sempre desejaram
"Na terra que todos imploram
e por ela não pedem nada", pensaram.
Para que assim continue
do jeito que se acostumaram
Mas eis que a barreira quebrou
a felicidade se dissipou
Uma verdade bem mostrada
que estava ali a todo momento
matou,truicidou todos eles com o tempo
Dor, terror, pessoas assinadas
estavam todas ali, sem ferimentos
sonhou, ganhou,tudo pra seu contento
O mal havia chegado, disparado
dominou todas as mentes
neutras, tristes e contentes
Tudo de bom havia partido
só restara as sementes
fracas, fortes, permanentes
E anos e anos sem alegria
aquilo se desfaleceu
coisa que não morreria
depois daquele tempo morreu
A terra não merecia
aquilo que aconteceu
era o que dizia
aquele que a vendeu
E a felicidade vou com o vento
E o vento se perdeu
Ainda esperam ansiosos e sentandos
pelo tempo que que já rompeu
Ainda constroem suas casas
por imensas e terriveis valas
-fôra o que sobrara afinal
Depois da luta contra o mal
Tudo havia ficado diferente
estranhamente haviam pessoas contentes
talvez um bom sinal
E a vida não era facil como antes
talvez o recomeço tenha livrado
a mente do pecado constante
E se puseram a trabalhar
Trabalhadores de diamante
Quem sabe um dia com a força
Deixem seu mundo como era antes
O Saque.
Esse aqui é bem velho, old times mesmo xD
O saque.
Campos seguidos de frutas doces
por senhoras, senhoritas
e triste senhores
Campos queimados de seus amores
por damas, cavalheiros
e velhos penhores
Cidades inteiras imundadas
por amores e amores
e paixões naufragadas
Cidades no nada saqueadas
por bandidos e bandidos
e pessoas desalmadas
Meninas de cobre
sendo assassinadas
no meio do fogo se via a lagrima
E senhoras tão nobres
sendo desrespeitadas
no meio das cinzas se via a lástima
E no meio do horror
e de inequidade
se via a morte caminhar
por entre a cidade
E no meio do terror
e da infelicidade
ainda se ouvia gritar
por piedade
E dentre os homens tão cruéis
ainda existia um ser humano
que deixava ouvir com o coração
E salvou, até os não fiéis
e um a um foi salvando
os que pediam por salvação
E campos e cidades
foram todos se ajustando
voltando a felicidade
que fora roubada no passado
E jovens e com idade
foram todos se preparando
pra reconstruir a cidade
que fora seu lar tão amado.
O saque.
Campos seguidos de frutas doces
por senhoras, senhoritas
e triste senhores
Campos queimados de seus amores
por damas, cavalheiros
e velhos penhores
Cidades inteiras imundadas
por amores e amores
e paixões naufragadas
Cidades no nada saqueadas
por bandidos e bandidos
e pessoas desalmadas
Meninas de cobre
sendo assassinadas
no meio do fogo se via a lagrima
E senhoras tão nobres
sendo desrespeitadas
no meio das cinzas se via a lástima
E no meio do horror
e de inequidade
se via a morte caminhar
por entre a cidade
E no meio do terror
e da infelicidade
ainda se ouvia gritar
por piedade
E dentre os homens tão cruéis
ainda existia um ser humano
que deixava ouvir com o coração
E salvou, até os não fiéis
e um a um foi salvando
os que pediam por salvação
E campos e cidades
foram todos se ajustando
voltando a felicidade
que fora roubada no passado
E jovens e com idade
foram todos se preparando
pra reconstruir a cidade
que fora seu lar tão amado.
Acorda.
Acorda o que dorme
Pois vive lá além e se vai
Reforma a glória
O pútrido esvaziado retoma forma
O sol já raia em outros planos
Acorda, acorda, de uma forma somos humanos
Levanta o dia, o som das maquinas não mais é
A face que outrora fora maligna agora descança
Desfaz a pista
Outros caminhos também podem ser seguidos
O som do dia bem ao fundo pode ser ouvido
Bate na porta princesa benevolente
Deixa entrar contigo todo ouro e compaixão
Agora só disso necessita todos que vivem
Parado no tempo está o bravo ser
Diamantes enormes, pedras de reis
Deixe o passado passar sem ver
Acorda humano, hermano
O som da maquina definitivamente não mais toca
Levanta hermano, meu humano
Sei que a alvorada te satisfaz, mas o mundo não é só tudo isto
A máscara cai diante da fraca brisa
E mostra tudo que era antes de desfalecer.
Pois vive lá além e se vai
Reforma a glória
O pútrido esvaziado retoma forma
O sol já raia em outros planos
Acorda, acorda, de uma forma somos humanos
Levanta o dia, o som das maquinas não mais é
A face que outrora fora maligna agora descança
Desfaz a pista
Outros caminhos também podem ser seguidos
O som do dia bem ao fundo pode ser ouvido
Bate na porta princesa benevolente
Deixa entrar contigo todo ouro e compaixão
Agora só disso necessita todos que vivem
Parado no tempo está o bravo ser
Diamantes enormes, pedras de reis
Deixe o passado passar sem ver
Acorda humano, hermano
O som da maquina definitivamente não mais toca
Levanta hermano, meu humano
Sei que a alvorada te satisfaz, mas o mundo não é só tudo isto
A máscara cai diante da fraca brisa
E mostra tudo que era antes de desfalecer.
terça-feira, 6 de julho de 2010
Caminhada.
Triste vento publicou opaco o meu verdadeiro ser
Pena minha de penas largas e penas curtas que não voei
Meu reflexo mal feito à margens de um rio de aguas turvas se dissipou
Ficou sozinho meu outro eu, esperando a barca da morte chegar e levar
Fiquei sozinho no espaço ambiguo de minha mente olhando a frente ele andar
Tristes pombos que não voaram e me esperaram a caminhar
Os decepcionei
Olho no dia, espera sagaz e assiste nas letras, vê as nuvens e as borboletas
Deixa o ouvido preso ao minusculo espaço para ouvir os fatos que não decifrou
Manda a mensagem, o espirito não aguentou
O espelho quebrado é só um sinal, dizendo que nada é bem ou mal
Deixa cair a propria vida em prol da vida que não viveu
Olhos dos peixes que não pularam
Os matou
Consegue de fato meu outro ser eu sem deixar rastros de que não sou?
Pensa ele comigo se somos amigos sendo eu ele e ele eu da mesma forma?
Deixo que ele viva a vida em meu lugar, meu outro meu, meu outro amar
Espera na sacada da janela a vinda da vitória, cheirosa e permufada com canções
Guerreiros temidos, cruéis com seus horriveis lampiões, não faz diferença
Imponente meu outro eu, fraco sou eu
É a norma.
Pena minha de penas largas e penas curtas que não voei
Meu reflexo mal feito à margens de um rio de aguas turvas se dissipou
Ficou sozinho meu outro eu, esperando a barca da morte chegar e levar
Fiquei sozinho no espaço ambiguo de minha mente olhando a frente ele andar
Tristes pombos que não voaram e me esperaram a caminhar
Os decepcionei
Olho no dia, espera sagaz e assiste nas letras, vê as nuvens e as borboletas
Deixa o ouvido preso ao minusculo espaço para ouvir os fatos que não decifrou
Manda a mensagem, o espirito não aguentou
O espelho quebrado é só um sinal, dizendo que nada é bem ou mal
Deixa cair a propria vida em prol da vida que não viveu
Olhos dos peixes que não pularam
Os matou
Consegue de fato meu outro ser eu sem deixar rastros de que não sou?
Pensa ele comigo se somos amigos sendo eu ele e ele eu da mesma forma?
Deixo que ele viva a vida em meu lugar, meu outro meu, meu outro amar
Espera na sacada da janela a vinda da vitória, cheirosa e permufada com canções
Guerreiros temidos, cruéis com seus horriveis lampiões, não faz diferença
Imponente meu outro eu, fraco sou eu
É a norma.
Tempos?! ( Parte III )
O esperado chegou
Eu me livrei
Pensei
Agora posso continuar
Foi generoso, nova chance
Despertei da cama, posso viver
Que graça, nunca cai
O susto foi para aprender
Carregar, não guardar
Não pode ser tão genereso outro vez
São seis horas, e eu levantei
Até que horas vai?
Não quero saber.
Eu me livrei
Pensei
Agora posso continuar
Foi generoso, nova chance
Despertei da cama, posso viver
Que graça, nunca cai
O susto foi para aprender
Carregar, não guardar
Não pode ser tão genereso outro vez
São seis horas, e eu levantei
Até que horas vai?
Não quero saber.
Minutos?! (Parte II)
Aceitei o que houve sem hesitação
Em meu estado, de fato, não havia salvação
Agora tenho todo e nenhum tempo para pensar
Tudo que até agora deixei passar
Por anos passei o olhando o futuro
Nunca se quer pensei no presente
Havia esquecido que o tempo é constante
Ele não espera, se fecha, nenhum furo ou instante.
Sento sem me levantar e assisto o passado
Passando...Só passei a vida passeando
Deixei passar sem hesitar, a vida que agora fico a pensar
Pensando um modo...recuperar.
Lembro, nada fiz nesse tempo
Nasci...morto e se quer cheguei a viver
Passei tempos e tempos...vegetando,
Esperando a hora chegar
Ela chegou, eu não estava.
Em meu estado, de fato, não havia salvação
Agora tenho todo e nenhum tempo para pensar
Tudo que até agora deixei passar
Por anos passei o olhando o futuro
Nunca se quer pensei no presente
Havia esquecido que o tempo é constante
Ele não espera, se fecha, nenhum furo ou instante.
Sento sem me levantar e assisto o passado
Passando...Só passei a vida passeando
Deixei passar sem hesitar, a vida que agora fico a pensar
Pensando um modo...recuperar.
Lembro, nada fiz nesse tempo
Nasci...morto e se quer cheguei a viver
Passei tempos e tempos...vegetando,
Esperando a hora chegar
Ela chegou, eu não estava.
Horas?! ( Parte I)
São seis horas e não levantei
Paro na cama, penso sobre o que sei
É demais para absorver, mas suficiente para viver
As horas passam e percebo...
São dez horas e não levantei
Parado na cama, sem respirar, notei
Não consigo entender, sou novo demais para ceder
As horas continuam passando e...
São meio dia, ninguém notou, eu sei
Jogado na cama, não me movimentei
Não sou querido, não vão perceber, não vão ver
As horas pararam de passar...
São tantas horas, eu já não sei
Jogado, esquecido, largado não mais tentei
Levantar e viver, o tempo não para de correr
O que ? Que horas são?
Paro na cama, penso sobre o que sei
É demais para absorver, mas suficiente para viver
As horas passam e percebo...
São dez horas e não levantei
Parado na cama, sem respirar, notei
Não consigo entender, sou novo demais para ceder
As horas continuam passando e...
São meio dia, ninguém notou, eu sei
Jogado na cama, não me movimentei
Não sou querido, não vão perceber, não vão ver
As horas pararam de passar...
São tantas horas, eu já não sei
Jogado, esquecido, largado não mais tentei
Levantar e viver, o tempo não para de correr
O que ? Que horas são?
Disseram já.
Novamente frizo que sou péssimo em dar titulos, e aproveito pra dizer que sou quase semi analfabeto, meus erros gramaticais são de dar medo, mas deixa eu ir colocando outra coisa que fiz aqui em aulas legais.
Já dizia a lenda
A vida é um jogo
E quem ganha
Não é o de melhor peça
A vida não é dessas, injusta.
Ganha quem tem as piores
E sabe usar.
Já dizia o nada, que tudo é nada
Não estou no jogo, não tenho peças
Estou no campo, sem munição
Ouço o barulho, levanto a mão.
Já dizia alguém, é para vencer
E para vencer é a coragem
E a coragem é pura bobagem
Para ter o que vender
Eu quero peças.
Já dizia o dito, o que foi falado
Estamos nessa, não isolados !
O jogo termina, sem perder ou vencer
O jogo é sem fim, o jogo é viver.
Já dizia a lenda
A vida é um jogo
E quem ganha
Não é o de melhor peça
A vida não é dessas, injusta.
Ganha quem tem as piores
E sabe usar.
Já dizia o nada, que tudo é nada
Não estou no jogo, não tenho peças
Estou no campo, sem munição
Ouço o barulho, levanto a mão.
Já dizia alguém, é para vencer
E para vencer é a coragem
E a coragem é pura bobagem
Para ter o que vender
Eu quero peças.
Já dizia o dito, o que foi falado
Estamos nessa, não isolados !
O jogo termina, sem perder ou vencer
O jogo é sem fim, o jogo é viver.
Levado
Bem, o que uma aula com filmes divertidos cortados em varias partes não faz a mente humana criar. Meus titulos são terriveis, assim como as coisas que escrevo. Pelo menos combinam em algo, creio eu.
Tocou o sino
Soprou o vento
Levou o velho
Vestiu o terno
E se foi.
Tocou noticia
Ninguém leu
Levou a lembraça
Ninguem esqueceu
Nunca lembrou.
Triste ou não, aconteceu
Destinado a isso, obedeceu
Seguiu caminho, foi tão tarde
Mesmo com muitos, não viveu
Deixou tudo, sem procurar, partiu.
Tocou o sino
Soprou o vento
Levou o velho
Vestiu o terno
E se foi.
Tocou noticia
Ninguém leu
Levou a lembraça
Ninguem esqueceu
Nunca lembrou.
Triste ou não, aconteceu
Destinado a isso, obedeceu
Seguiu caminho, foi tão tarde
Mesmo com muitos, não viveu
Deixou tudo, sem procurar, partiu.
Tenho que começar...
Tenho que começar por um inicio bem genial
Fazer algo de muita relevância, só pra constar
Isso tudo é importante, pois ora, para ter um bom final
Preciso de um inicio sensasional, ou pelo menos enrolar
Tudo que aqui eu ei de escrever, são coisas reais
Reais em minha mente, subproduto do meu querer
Tudo que eu não escrever aqui, eu irei escrever
Por que eu quero mais.
Bem, nada aqui é para se admirar
Vou abrir meu profundo eu para se olhar
Então, aviso de antemão, não vá se assustar
Fazer essas coisas é perigoso
Um perigo real e assustador
De uma faceta unica e capacidades letais
Que só atingem a mim, e a ninguem mais.
Então, o primeiro post se encerra desse modo
De um modo nada convencional para meus padrões
Agora, espero que meu eu permita eu ir mais além
E não considere quem ler isso tudo, meros ladrões.
Fazer algo de muita relevância, só pra constar
Isso tudo é importante, pois ora, para ter um bom final
Preciso de um inicio sensasional, ou pelo menos enrolar
Tudo que aqui eu ei de escrever, são coisas reais
Reais em minha mente, subproduto do meu querer
Tudo que eu não escrever aqui, eu irei escrever
Por que eu quero mais.
Bem, nada aqui é para se admirar
Vou abrir meu profundo eu para se olhar
Então, aviso de antemão, não vá se assustar
Fazer essas coisas é perigoso
Um perigo real e assustador
De uma faceta unica e capacidades letais
Que só atingem a mim, e a ninguem mais.
Então, o primeiro post se encerra desse modo
De um modo nada convencional para meus padrões
Agora, espero que meu eu permita eu ir mais além
E não considere quem ler isso tudo, meros ladrões.
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